na luta pela existência singular, mas também na luta pelo mundo melhor que possa revestir nossa vida no planeta, me encontro mais uma vez com o termo fluxo de caixa....
O conceito está solidamente ancorado na economia: trata-se de uma visão analítica e descritiva sobre tudo o que entra e tudo o que sai no processo da vida econômica de uma entidade. Daí estabelece-se alguns critérios fundamentais sobre a continuidade da vida em análise: será sustentável se ao longo do tempo sair menos do que entra, possibilitando poupança, investimento e também segurança para os tempos bicudos vindouros.
Para viver no mundo que vivo, preciso estar atento ao meu fluxo de caixa, com as expectativas que me incorporam, meus compromissos assumidos, meus desejos e medos, etc. Tudo relativo a todas as minhas relações com o mesmo mundo em que vivo (e também bastante ralativo, posto que há contato, e havendo contato, há atrito...)
Fico muito impressionado ao tentar entender o jeito como as pessoas que convivo tratam seus dinheiros. E me impressiona ainda mais pensar no recorte social que se faz ao pensarmos em todas as pessoas do mundo sob a ótica de quem tem / quem não tem uma reserva de poupança na vida.
E por conta disso, acabei pensando que o fluxo tem muitas outras camadas e significados. Dentre esses todos possíveis, pensei também no fluxo dos afetos que nos perpassam todos os dias, todos os momentos, em todas as nossas relações...
Daí cheguei ao que talvez seja o ponto de encontro disso aqui: o fluxo da caixa toráxica! Cuide bem do seu e daqueles das suas relações!